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Política

Aliança pelo Brasil ainda não tem formação concreta e pode ficar de fora das eleições municipais

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O partido lançado pelo presidente da república Jair Bolsonaro, Aliança pelo Brasil tem ganhado força nos últimos meses após sua fundação em 12 de novembro de 2019.

O grupo vem conquistando diversos aliados e muito se comenta sobre as estruturas que possam tomar forma nas eleições municipais neste ano. Contudo, o Aliança ainda precisa obter registro junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) reunindo 492 mil assinaturas até o dia 4 de abril, data limite para que os partidos interessados em participar do pleito tenham os registros aprovados pela Corte.

O último levantamento demonstra que já foram reunidas pouco mais de 200 mil assinaturas. O que demonstra que deve se tornar mais difícil a formação e participação do mesmos nestas eleições, já que assinaturas costumam ser consideradas inválidas no momento da verificação, o grupo precisa entregar um número acima do estipulado. Contudo, foi autorizado aos apoiadores a coleta de fichas não autenticadas em cartório.

O presidente durante conversa com aliados comenta sobre a formação do grupo.

” O momento é de formar o partido. Nós temos o estatuto que sofreu uma pequena alteração, temos um norte que vamos expor brevemente. As questões dos nossos valores, liberal da economia, conservador dos bons costumes e não pode ter ambição, aquele que tiver ambição, tá fora!”, diz.

Segundo organizadores do grupo de apoio do Aliança Pelo Brasil, indivíduos que vem usando a organização para promover sua candidatura estão sendo excluídos.

Bolsonaro já indica que o grupo deve se compor buscando as eleições de 2022.

“Tivemos problemas em alguns estados, não vou citar qual, de grupos que cortou muita gente, para poder eleger uma pessoa, um amigo, isso foi muito ruim. Depois chegou à Brasília, houve uma divisão no partido, alguns achando que já podia ser prefeito, saindo na frente. No momento não tenho ninguém indicado em cada estado, as indicações irá passar por um grupo nosso. O momento é de colher assinaturas e fazer o partido e lá na frente, abril, maio, junho escolher a liderança estadual”. fala.

Aliança pelo Brasil ainda não tem formação concreta e pode ficar de fora das eleições municipais

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